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quinta-feira, 24 de maio de 2018

Sábado com Sol e com o Romeu em Almada (dois)


Na tarde de sábado a apresentação do livro, "Passeio Mágico com Romeu Correia", acabou por passar para segundo plano, porque o caderno de poemas "Romeu Correia, entre dedicatórias & aproximações", por ser novidade, foi a "vedeta" da tarde.

Os poemas foram lidos (alguns mais que uma vez...) por Clara Mestre, Maria Gertrudes Novais, Gabriel Sanches, Luís Milheiro, Manuela Silva e Arminda Vieira e também conversados, pelo autor, Luís Milheiro (explicou o porquê de alguns poemas...) e por Alberto Pereira Ramos, grande amigo do Romeu.

Mais uma boa jornada cultural de homenagem a Romeu Correia.

(Fotografia de Maria Manuel Pires)

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

A Tertúlia "Cem anos de Romeu Correia"


Ontem ao fim da tarde aconteceu mais uma homenagem a Romeu Correia, a tertúlia "Cem Anos de Romeu Correia", organizada pela Associação dos Amigos da Cidade de Almada, que contou com a presença de Alberto Pereira Ramos, amigo do escritor e associativista, Alexandre Flores, historiador, Rodrigo Francisco, director teatral e de Eduardo Raposo, presidente da AACA, que moderou as intervenções dos convidados e do público.


A sessão iniciou-se com a projecção do programa transmitido na RTP Memória, "Trinta Minutos Com...", que é sem dúvida um excelente documento histórico, onde o Romeu de uma forma sintética faz uma viagem pela sua vida.

Em suma, mais um final de tarde agradável com Romeu Correia.

(Fotografias de Luís Eme)

domingo, 6 de agosto de 2017

Romeu e o Laço...


Uma das imagens de marca de Romeu Correia foi o uso do laço, durante uma boa parte da sua vida.

Para muito boa gente que apenas o conhecia de vista, este era mais um dos exemplos da sua vaidade, ou seja, uma forma de se distinguir como homem de letras do comum dos cidadãos.

Recentemente, numa conversa com o seu amigo Alberto Pereira Ramos, este confidenciou-me que o uso do laço foi sobretudo uma forma de resistência do Romeu contra o uso obrigatório da gravata, fato e casaco, na sua profissão de bancário.

(Nesta fotografia Romeu aparece de braço dado com Eunice Munoz e Maria Lalande, que foram as protagonistas da sua peça de teatro, "Jangada", que visita o Ginjal e foi estreada no teatro Vilaret...)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O Opúsculo da Apresentação da História da Academia


Um ano depois do lançamento da obra (1996),  Academia Almadense, Memória de 100 Anos", o texto da sua apresentação, da autoria de António Alberto C. P. Ramos e Luísa Maria Ramos, foi divulgado através de um pequeno opúsculo (que o pai dos dois apresentadores, Alberto Pereira Ramos, grande Académico e amigo do Romeu, me ofereceu...).

Este texto crítico faz uma análise à história da Academia, numa perspectiva social e até antropológica, focando sempre a importância das pessoas, das suas histórias, das suas vidas, algo sempre presente em toda a obra de Romeu Correia.

Transcrevemos um parágrafo, que nos diz muito sobre o livro (e a análise crítica efectuada):
«A Memória que agora temos presente, ultrapassa o simples biografismo, sobretudo devido ao colorido que a experiência ficcionista do autor lhe confere. Mas não só. Socorre-se da permanente inclusão das vidas e acontecimentos, nos contextos almadenses, nacionais e internacionais, remontando-os em cadeias de casualidade, à expressão dialéctica do patente e do oculto.»

Alberto Pereira Ramos também nos explicou o porque da escolha dos seus dois filhos, que além de serem professores, eram amigos e conhecedores da obra de Romeu. 
Foi a forma de evitar algum possível mal entendido entre os dois Alexandres, Castanheira e Flores (os principais candidatos a "apresentadores" do livro...), ambos seus amigos, biógrafos e conhecedores profundos do homem e do escritor...