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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Romeu Correia Homenageado na Festa do Avante


Romeu Correia embora nunca fosse militante, sempre foi próximo do PCP, inclusive antes da Revolução de Abril.

É por essa razão que achamos muito bem que Romeu tenha sido homenageado durante a Festa do Avante, no palco do Avanteatro, com a reposição das peças, "Bonecos de Luz", da Companhia de Teatro de Almada (na sexta-feira, dia 1 de Setembro, às 20.30 horas) e "Cravo Espanhol", do Teatro de Terra (no sábado, dia 2 de Setembro, às 21 horas).

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O Imaginário de Romeu Correia e a Feira do 15 de Agosto...


A Feira do 15 de Agosto das Caldas da Rainha continua a fazer-se, mas há muito que não é o acontecimento de outros tempos (a magia que acompanhou a nossa infância, fugiu...). Com as devidas distâncias é aquilo que conhecemos mais próximo do imaginário teatral e ficcional do Romeu, presente a espaços em livros como a "Roberta", "Bonecos de Luz" ou "O Vagabundo das Mãos de Oiro".

Claro que o Portugal da nossa infância (anos setenta...) é muito diferente do de Romeu dos anos vinte e trinta. Nessa altura, por sermos menino de cidade nem faziamos ideia que havia "cinema ambulante", que foi uma das primeiras coisas a maravilharem o grande dramaturgo e escritor almadense...

Mas havia o circo (sempre gostámos de palhaços...), os carroceis, o "poço da morte", que na época era uma das maiores aventuras que se podiam ver e que a mãe nos ia proibindo de ver. Mas houve um ano que assistimos mesmo aqueles malabaristas que com motas especiais, conseguiam andar de pernas para o ar e conduzir de olhos vendados...

Claro que falar desta "magia" aos nossos filhos, faz com que nos olhem de lado e pensem em coisas parecidas com a "pobreza franciscana"...

(Fotografia de Luís Eme - cartaz da exposição "Um Homem Chamado Romeu Correia")

domingo, 21 de maio de 2017

Romeu Correia no "Banco dos Réus"


Na tarde de ontem Orlando Laranjeiro reviveu com todos os amigos que apareceram na sede da SCALA, o espectáculo, "Almada Antes e Depois de Abril", realizado em 1983 e 1984, que continua a ser um marco ímpar na história do associativismo almadense, graças à participação activa das três principais colectividades almadenses (Incrível, SFUP e Academia) e de tantos homens e mulheres de Almada, que aceitaram o desafio do Orlando, que idealizou e encenou esta Festa do Movimento Associativo.

Neste espectáculo reviveram-se alguns dos números de teatro e revista mais marcantes que visitaram os palcos das "Três Irmãs" ao longo do século XX, homenagearam-se autarcas de Abril, resistentes antifascistas almadenses, associativistas e também as figuras mais emblemáticas da cidade, como foi, o caso do Romeu Correia, que se sentou no "Banco dos Réus" e foi inquirido por um juiz e por dois advogados (de defesa e de acusação), sobre os momentos mais marcantes da sua vida.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Um Manuscrito Cheio de Simbolismo


(Esta folha manuscrita por Romeu Correia faz parte de um texto de apoio que ele escreveu para o espectáculo "Almada Antes e Depois de Abril", idealizado e encenado por Orlando Laranjeiro em 1984... com o 25 de Abril bem presente, e que nos cedeu uma cópia do documento)

segunda-feira, 27 de março de 2017

Festejar o Teatro com o Romeu


Hoje é o Dia Mundial do Teatro, uma data perfeita para falarmos das peças de teatro do Romeu cujos textos permanecem inéditos, e que era simpático que uma ou duas fossem editadas neste ano do seu centenário.

Há pelo menos sete peças que foram representadas e cujos textos nunca foram publicados sobre a forma de livro.

São elas: "A Razão"; "Águas de Bacalhau", "Fantoches", "Dom Cosme", "Desporto-Rei" (versão para teatro) e "Tempos Difíceis". As primeiras peças foram representadas nos anos 1940. O "Desporto-Rei" teve mais que uma representação (S. Guilherme Cossoul e S.R. Pragalense), esta última no final dos anos 1960 e com encenação do próprio Romeu. Os "Tempos Dificeis" foi representada e encenada  em 1982 (com mais de 100 representações) pela Companhia de Teatro de Almada e por Joaquim Benite.