(Homenagem ao Homem, ao Escritor e ao Desportista, na passagem do Centenário do seu Nascimento - e enquanto se justificar...)
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sábado, 30 de novembro de 2019
domingo, 17 de novembro de 2019
Romeu Correia e o Ginjal
No dia de aniversário, recorda-se Romeu Correia e a sua forte ligação ao Ginjal, onde cresceu e se fez homem.
E porque não escritor? Tantas foram as histórias e os sonhos que tiveram como palco este lugar, tão especial, de Almada...
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Romeu entre "Sessenta e Seis Cartazes"...
A exposição "Sessenta e Seis Cartazes" de José Manuel Castanheira que foi inaugurada a 25 de Outubro na Oficina de Cultura de Almada (só a visitámos ontem, porque já nem sequer recebemos convites desta sala...), é uma bela surpresa e revela o talento deste excelente cenógrafo e gráfico.
Quem também aparece na exposição, timidamente, é o Romeu Correia, com duas capas e aquele que foi o cartaz da exposição de uma vida (também organizada pelo José Manuel Castanheira...)
(Fotografias de Luís Eme - Almada)
sábado, 11 de novembro de 2017
Uma Exposição Diferente Sobre Romeu Correia
Foi inaugurada hoje, às 16 horas, a exposição, "Romeu Correia, entre Palavras, Olhares e Sonhos", com 27 trabalhos inspirados nas palavras, nos olhares e nos sonhos de Romeu, o grande escritor de Almada do Século XX.
A originalidade acaba por ser a marca mais significativa, assim como a componente poética desta "criação, recreação e montagem" de Luís Milheiro.
Mas o que despertou mais atenção e interesse foi a instalação "Recriação (Livre) da Oficina de Sapateiro de Bernardino Lopes", um apaixonado pelos "bonecos de luz".
É uma exposição a não perder por todos aqueles que gostam da obra e do autor de livros tão emblemáticos de Almada como o "Trapo Azul", a "Gandaia", "Cravo Espanhol" ou "Bonecos de Luz".
(Fotografias de Luís Eme e Alzira Lopes)
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
De Novo "Um Homem Chamado Romeu Correia"...
Escolhemos o primeiro dia de Setembro para voltarmos a visitar a exposição, "Um Homem Chamado Romeu Correia" (foi a terceira vez...), por um acaso calculado (estarmos a pouco mais de 100 metros do Museu da Cidade antes das três da tarde...).
O motivo? Reencontrar o Romeu e tentar descobrir pequenos nadas que nos estivessem escapado nas duas primeiras visitas.
Por um lado foi possível apreciar com mais cuidado a excelência de todo o trabalho criativo de José Manuel Castanheira. Por outro, pudemos questionar em silêncio, o porquê da escolha de alguns materiais, em detrimento de outros, algo que acontece em todas as exposições que são sobretudo biográficas...
(Fotografia de Luís Eme)
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