segunda-feira, 20 de junho de 2022

Quando Romeu Correia Fez Setenta Anos (04)


Uma das iniciativas mais importantes que se realizaram na passagem do 70.º aniversário de Romeu Correia, foi o descerramento de uma placa em sua homenagem junto à entrada da casa onde o escritor cacilhense nasceu.

(Fotografia de Luís Eme - a casa onde nasceu Romeu, antes de se terem realizadas obras de beneficiação)


terça-feira, 14 de junho de 2022

Quando Romeu Correia Fez Setenta Anos (03)


Descobrimos recentemente dois boletins locais, que festejam o 70.º aniversário de Romeu Correia, ou seja, são de 1987.

Esta primeira capa é do boletim da Junta de Freguesia de Cacilhas, que festejou da melhor maneira o aniversário de este seu filho, nascido em Cacilhas.


quinta-feira, 19 de maio de 2022

Leitura Encenada do "Sábado sem Sol"


A Universidade Senior D. Sancho I  tem patente na Oficina de Cultura de Almada a "Expoarte", que além da exposição artística, organiza várias actividades complementares. 

Uma delas é a leitura encenada de dois contos de Romeu Correia do livro, "Sábado sem Sol", que se realiza hoje, 19 de Maio, às 15 horas.

Nota: Felizmente acabamos por ter conhecimento por terceiras pessoas destes eventos, e como é óbvio, temos todo o gosto em divulgá-los no blogue do Romeu.

(Fotografia de Luís Eme - Almada)


quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Romeu e "Os Tanoeiros" Recordados na "Tertúlia do Bacalhau com Grão"


Na passada segunda-feira, foi a vez de Romeu Correia ser recordado no Restaurante Olivença, pela "Tertúlia do Bacalhau com Grão".

Aproveitou-se a presença de familiares para se falar desta grande figura da literatura e da história local, tal como a proximidade do seu aniversário, juntando também outros aniversariantes conhecidos, que também nasceram a 17 de Novembro, mas em anos diferentes.

Deu-se depois um relevo especial ao seu livro "Os Tanoeiros", porque o pai do Mário fez parte da Cooperativa de Tanoeiros, que existiu no Ginjal, que foi de tal forma inovadora, que começou a assustar os donos dos armazéns de vinho locais, que não tiveram qualquer problema em mandar vir pipas da zona do Porto... para destruir aquele sonho bonito dos operários almadenses desta arte. E conseguiram, claro.

Toda esta aventura está muito bem documentada no romance do Romeu, que começou por ser "Gandaia", porque não lhe autorizaram que se chamasse "Os Tanoeiros". 

Só depois da Revolução de Abril é que voltou a ter o seu verdadeiro título, numa nova edição.

Pois é, hoje o Romeu faz 104 anos. E sabe bem recordar a vida deste extraordinário contador de histórias.


quarta-feira, 15 de setembro de 2021

"Romeu e as Suas Memórias do Ginjal"


«Passei os primeiros vinte anos da minha vida no Cais do Ginjal, aprendi desde muito cedo a nadar no Tejo, que ainda estava habitado por muitos peixes... e havia o folclore único dos golfinhos. Estou a falar de uma época em que tanto no cais como no rio havia muita vida, uma vez que o Ginjal estava cheio de fábricas e armazéns, donde se destacavam as tanoarias e as fábricas de conserva de peixe.»

[In "Gente D'Almada", Romeu Correia o Escritor e o Desportista", entrevista de Luís Alves Milheiro]

(texto publicado inicialmente no blogue "Olhar (e amar) o Tejo", a 30 de Junho de 2021)

(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)


terça-feira, 16 de março de 2021

Romeu "Dentro de Outros Livros"...



António Cagica Rapaz, escritor de Sesimbra, que também foi profissional de futebol (ainda jogou na Académica e no Belenenses...) - além de colaborador da imprensa desportiva e da rádio -, era primo de Almerinda Correia, também ela, natural de Sesimbra.

Num dos seus livros de contos, "Janela com Escritos" fala de Almerinda e de Romeu (em "A Morte do Super-Homem"), que transcrevemos com a devida vénia:

«Eu sabia, vagamente, que uma das primas era atleta do Belenenses e tinha um marido campeão de boxe. Porém, eu era demasiado novo para apreciar o convívio com essa prima, a Almerinda e, sobretudo, como o marido-pugilista que, mais tarde, aprendi a apreciar pelo seu carácter e pelas fortes convicções políticas, afirmadas num tempo em que era preciso ter muita coragem para se ser comunista. Mas vim a saber que, à noite, após o trabalho do banco, na Baixa, escrevia peças de teatro, contos e romances, tendo acabado por se tornar um escritor famoso, já que um Homem admirável foi sempre. Romeu Correia é o nome desse primo por afinidade que mal conheci, com grande pena minha...»